segunda-feira, 4 de julho de 2011

projeto Pirâmide Alimentar

lucineia-lucimar-neuza
Identificação:
Escola: Romalino Alves de Albres. Município: Anastácio – MS. Ano de realização do Projeto: 2011
Área de Conhecimento: Cultura, Comunicação e Direito Humano. Orientação: (professores das disciplinas e STE)
Desenvolvimento do Projeto:
3º C
Tema:
Pirâmide alimentar
Justificativa:
A educação nos dias de hoje tem sofrido certa ocultação por parte de algumas pessoas, automaticamente a alimentação das mesmas não tem sido muito satisfatório no registro de alguns tipos de problemas relacionados a saúde.
Dados da Aula - O que o aluno poderá aprender com esta aula:
O projeto tem por objetivo conscientizar o aluno a ter uma boa alimentação através de informações que são repassadas no âmbito escolar. Partindo de uma boa alimentação o aluno será um pouco mais ativo na educação.
Duração das atividades:
Uma Única Semana
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
# Motivar o ato de ler;
# Conscientizar a ter uma boa alimentação;
# Desenvolver o habito de pesquisar.
Estratégias e recursos da aula
Através de texto informativo incluso no conteúdo deste projeto, juntamente a ilustrações e ainda desenhos artísticos para colorir, acompanhado de trabalho de recorte e colagem sobre a pirâmide alimentar. Acrescido de pesquisa na internet, na sala de tecnologia da própria escola e jogo educativo relacionado ao mesmo tema.
Conteúdo:
As pirâmides alimentares são esquemas gráficos que distribuem os vários tipos de alimentos e as proporções que devem ser ingeridas nas refeições de pessoas saudáveis, para ser usado como um roteiro para uma alimentação saudável. Os primeiros guias alimentares surgiram na década de 1970. Desde então, periodicamente surgem novos esquemas, adaptados aos hábitos e às necessidades de cada sociedade e aos avanços das pesquisas científicas. Em 1992, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (o UEDA), montou o primeiro esquema em forma de pirâmide. Nele, incentivava-se a ingestão de carboidratos - como massas, pães e cereais - em vez de gorduras.
Avaliação
Através de trabalhos em sala de aula
Cronograma

Atividades
Segunda-feira
Terça-feira
Quarta-feira
Quinta-feira
Sexta-feira
Texto informativo
X




Importância

X



Sala de Tecnologia para Pesquisa


X


Sala de Tecnologia para Trabalhar o Jogo Educativo



X

Produção Textual




X



REFERENCIAS:

Atividades do módulo III - TICs

Atividade 3.1 – Contextualizando a mudança: da teoria à prática

Procuro dialogar com os alunos, respeitando-os e demonstrando que devem fazer o mesmo, respeitar sempre, porém comentam assuntos da aula, tiro suas dúvidas dentro do possível, tento sanar suas curiosidades. Deixo-os questionarem a aula após apresentar o conteúdo ali planejado, para um bom diálogo eles devem ter espaço para comentar o que pensar sobre o assunto abordado. Utilizam a tecnologia para acrescentar ilustrações, jogos educativos, pesquisas na internet, enfim, a sala de tecnologia é uma parceira do planejamento cotidiano.

Atividade 3.3 – Projeto de aula


CURSO ENSINANDO E APRENDENDO COM AS TICs
Módulo: Currículo, Projetos e Tecnologias
Atividade: 3-3
Turma: 2 – Anastácio
Tutora: Maristela Bortolotto Galhardo.

Identificação:
Escola: Romalino Alves de Albres.
Município: Anastácio – MS.
Disciplina: Interdisciplinar.
Ano de realização do Projeto: 2011
Tema: Festa Junina: uma tradição.
Área de Conhecimento: Cultura, Comunicação e Direito Humano.

Desenvolvimento do Projeto:
3º C

Justificativa:
A educação nos dias de hoje tem sofrido certa ocultação por parte de algumas pessoas, automaticamente as datas comemorativas também, pois este projeto será justamente para resgatar datas até então ocultadas e até mesmo datas comemoradas, porém de forma não evidenciada objetivando ampliar o conhecimento do aluno..

Dados da Aula - O que o aluno poderá aprender com esta aula:
O projeto valoriza um pouco mais a data comemorativa que festa junina e que muitas vezes os alunos não tem conhecimento amplo sobre a mesma sendo assim um projeto motivador e esclarecedor sobre festa junina.

Duração das atividades:
Uma Única Semana

Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
# Motivar o ato de ler;
# Conhecer um pouco mais sobre festa junina;
# Desenvolver melhor a comunicação oral e escrita.

Estratégias e recursos da aula
Através de texto informativo incluso no conteúdo deste projeto, juntamente a ilustrações e ainda desenhos artísticos para colorir, acompanhado de trabalho de recorte e colagem sobre a festa junina. Acrescido de pesquisa na internet, na sala de tecnologia da própria escola.

Conteúdo:
Festas juninas, festa de São João ou festas dos santos populares são celebrações que acontecem em vários países historicamente relacionadas com a festa pagã do solstício de verão, que era celebrada no dia 24 de junho, segundo o calendário juliano(pré-gregoriano) e cristianizada na Idade Médiacomo "festa de São João".
Essas celebrações são particularmente importantes no Norte da Europa  Dinamarca, Estónia,Finlândia, Letônia, Lituânia, Noruega e Suécia —, mas são encontrados também na Irlanda, na Galiza, partes do Reino Unido (especialmente naCornualha), França, Itália, Malta, Portugal, Espanha,Ucrânia, outras partes da Europa, e em outrospaíses como Canadá, Estados Unidos, Porto Rico,Brasil e Austrália.

 

Tradições e costumes

Origem da fogueira

De origem europeia, as fogueiras juninas fazem parte da antiga tradição pagã de celebrar o solstício de verão. Assim como a cristianização da árvore pagã "sempre verde" em árvore de natal, a fogueira do dia de "Midsummer" (25 de dezembro) tornou-se, pouco a pouco na Idade Média, um atributo da festa de São João Batista, o santo celebrado nesse mesmo dia. Ainda hoje, a fogueira de São João é o traço comum que une todas as festas de São João europeias (da Estônia a Portugal, da Finlândia à França). Uma lenda católica cristianizando a fogueira pagã estival afirma que o antigo costume de acender fogueiras no começo do verão europeu tinha suas raízes em um acordo feito pelas primas Maria e Isabel. Para avisar Maria sobre o nascimento de São João Batista e assim ter seu auxílio após o parto, Isabel teria de acender uma fogueira sobre um monte.junio camargo

O uso de balões

O uso de balões e fogos de artifício durante o São João no Brasil, está relacionado com o tradicional uso da fogueira junina e seus efeitos visuais. Este costume foi trazido pelos portugueses para o Brasil, e ele se mantém em ambos lados do Atlântico, sendo que é na cidade doPorto, em Portugal, onde mais se evidência. Fogos de artifício manuseados por pessoas privadas e espetáculos pirotécnicos organizados por associações ou municipalidades tornaram-se uma parte essencial da festa no Nordeste, em outras partes do Brasil e em Portugal. Os fogos de artifício, segundo a tradição popular, servem para despertar São João Batista. Em Portugal, pequenos papéis são atados no balão com desejos e pedidos. Os balões serviam para avisar que a festa iria começar; eram soltos de cinco a sete balões para se identificar o início da festança. Os balões, no entanto, constituem atualmente uma prática proibida por lei em muitos locais, devido ao risco de incêndio.
Durante todo o mês de junho é comum, principalmente entre as crianças, soltar bombas, conhecidas por nomes como traque, chilene, cordão, cabeção-de-negro, cartucho, treme-terra,rojão, buscapé, cobrinha, espadas-de-fogo.

O mastro de São João

O mastro de São João, conhecido em Portugal também como o mastro dos Santos Populares, é erguido durante a festa junina para celebrar os três santos ligados a essa festa. No Brasil, no topo de cada mastro são amarradas em geral três bandeirinhas simbolizando os santos. Tendo hoje em dia uma significação cristã bastante enraizada e sendo, entre os costumes de São João, um dos mais marcadamente católico, o levantamento do mastro tem sua origem, no entanto, no costume pagão de levantar o "mastro de maio", ou a árvore de maio, costume ainda hoje vivo em algumas partes da Europa.
Além de sua cristianização profunda em Portugal e no Brasil, é interessante notar que o levantamento do mastro de maio em Portugal é também erguido em junho e a celebrar as festas desse mês — o mesmo fenômeno também ocorrendo na Suécia, onde o mastro de maio, "majstången", de origem primaveril, passou a ser erguido durante as festas estivais de junho, "Midsommarafton". O fato de suspender milhos e laranjas ao mastro de São João parece ser um vestígio de práticas pagãs similares em torno do mastro de maio. Em Lóriga a tradição do Cambeiroé celebrada em Janeiro.
Hoje em dia, um rico simbolismo católico popular está ligado aos procedimentos envolvendo o levantamento do mastro e os seus enfeites.

A Quadrilha

A quadrilha brasileira tem o seu nome de uma dança de salão francesa para quatro pares, a "quadrille", em voga na França entre o início do século XIX e a Primeira Guerra Mundial. A "quadrille" francesa, por sua parte, já era um desenvolvimento da "contredanse", popular nos meios aristocráticos franceses do século XVIII. A "contredanse" se desenvolveu a partir de uma dança inglesa de origem campesina, surgida provavelmente por volta do século XIII, e que se popularizara em toda a Europa na primeira metade do século XVIII.
A "quadrille" veio para o Brasil seguindo o interesse da classe média e das elites portuguesas e brasileiras do século XIX por tudo que fosse a última moda de Paris (dos discursos republicanos de Gambetta e Jules Ferry, passando pelas poesias deVictor Hugo e Théophile Gautier até a criação de uma academia de letras, dos belos cabelos cacheados de Sarah Bernhardt até ao uso do cavanhaque).
Ao longo do século XIX, a quadrilha se popularizou no Brasil e se fundiu com danças brasileiras pré-existentes e teve subsequentes evoluções (entre elas o aumento do número de pares e o abandono de passos e ritmos franceses). Ainda que inicialmente adotada pela elite urbana brasileira, esta é uma dança que teve o seu maior florescimento no Brasil rural (daí o vestuário campesino), e se tornou uma dança própria dos festejos juninos, principalmente no Nordeste. A partir de então, a quadrilha, nunca deixando de ser um fenômeno popular e rural, também recebeu a influência do movimento nacionalista e da sistematização dos costumes nacionais pelos estudos folclóricos.
O nacionalismo folclórico marcou as ciências sociais no Brasil como na Europa entre os começos do Romantismo e a Segunda Guerra Mundial. A quadrilha, como outras danças brasileiras tais que o pastoril, foi sistematizada e divulgada por associações municipais, igrejas e clubes de bairros, sendo também defendida por professores e praticada por alunos em colégios e escolas, na zona rural ou urbana, como sendo uma expressão da cultura cabocla e da república brasileira. Esse folclorismo acadêmico e ufano explica duma certa maneira o aspecto matuto rígido e artificial da quadrilha.
No entanto, hoje em dia, essa artificialidade rural é vista pelos foliões como uma atitude lúdica, teatral e festiva, mais do que como a expressão de um ideal folclórico, nacionalista ou acadêmico qualquer. Seja como for, é correto afirmar que a quadrilha deve a sua sobrevivência urbana na segunda metade do século XX e o grande sucesso popular atual aos cuidados meticulosos de associações e clubes juninos da classe média e ao trabalho educativo de conservação e prática feito pelos estabelecimentos do ensino primário e secundário, mais do que à prática campesina real, ainda que vivaz, porém quase sempre desprezada pela cultura citadina.
Desde do século XIX e em contato com diferentes danças do país mais antigas, a quadrilha sofreu influências regionais, daí surgindo muitas variantes:
§                  "Quadrilha Caipira" (São Paulo)
§                  "Saruê", corruptela do termo francês "soirée", (Brasil Central)
§                  "Baile Sifilítico" (Bahia)
§                  "Mana-Chica" (Rio de Janeiro)
§                  "Quadrilha" (Sergipe)
§                  "Quadrilha Matuta"
Hoje em dia, entre os instrumentos musicais que normalmente podem acompanhar a quadrilha encontram-se o acordeão, pandeiro, zabumba, violão, triângulo e o cavaquinho. Não existe uma música específica que seja própria a todas as regiões. A música é aquela comum aos bailes de roça, em compasso binário ou de marchinha, que favorece o cadenciamento das marcações.
Em geral, para a prática da dança é importante a presença de um mestre "marcante" ou "marcador", pois é quem determina as figurações diversas que os dançadores devem desenvolver. Termos de origem francesa são ainda utilizados por alguns mestres para cadenciar a dança.
Os participantes da quadrilha, vestidos de matuto ou à caipira, como se diz fora do nordeste(indumentária que se convencionou pelo folclorismo como sendo a das comunidades caboclas), executam diversas evoluções em pares de número variável. Em geral o par que abre o grupo é um "noivo" e uma "noiva", já que a quadrilha pode encenar um casamento fictício. Esse ritual matrimonial da quadrilha liga-a às festas de São João europeias que também celebram aspirações ou uniões matrimoniais. Esse aspecto matrimonial juntamente com a fogueira junina constituem os dois elementos mais presentes nas diferentes festas de São João da Europa e outros paises na minha cidade de almenar atanbem é muito populosa com qrandes festas de quadrilha

Outras danças e canções

No nordeste brasileiro, o forró assim como ritmos aparentados tais que o baião, o xote, o reizado, o samba-de-coco e as cantigas são danças e canções típicas das festas juninas.

Costumes populares

As festas juninas brasileiras podem ser divididas em dois tipos distintos: as festas da Região Nordeste e as festas do Brasil caipira, ou seja, nos estados deSão Paulo, Paraná (norte), Minas Gerais (sobretudo na parte sul) e Goiás.
No Nordeste brasileiro se comemora, com pequenas ou grandes festas que reúnem toda a comunidade e muitos turistas, com fartura de comida, quadrilhas, casamento matuto e muito forró. É comum os participantes das festas se vestirem de matuto, os homens com camisa quadriculada, calça remendada com panos coloridos, e chapéu de palha, e as mulheres com vestido colorido de chita e chapéu de palha.
No interior de São Paulo ainda se mantêm a tradição da realização de quermesses e danças de quadrilha em torno de fogueiras.
Em Portugal há arraiais com foguetes, assam-se sardinhas e oferecem-se manjericos, as marchas populares desfilam pelas ruas e avenidas, dão-se com martelinhos de plástico e alho-porro nas cabeças das pessoas principalmente nas crianças e quando os rapazes se querem meter com as raparigas solteiras.
No nordeste brasileiro, O forró assim como ritimos aparentados tais que o baião, o xote, o reizado,o samba-de-coco e as cantigas são danças e cançoes típicas das festas juninas.

Simpatias, sortes e adivinhas para Santo Antônio

O relacionamento entre os devotos e os santos juninos, principalmente Santo Antônio e São João, é quase familiar: cheio de intimidades, chega a ser, por vezes, irreverente, debochado e quase obsceno. Esse caráter fica bastante evidente quando se entra em contato com as simpatias, sortes, adivinhas e acalantos feitos a esses santos:
Confessei-me a Santo Antônio,
confessei que estava amando.
Ele deu-me por penitência
que fosse continuando.
Os objetos utilizados nas simpatias e adivinhações devem ser virgens, ou seja, estar sendo usados pela primeira vez, senão… nada de a simpatia funcionar! A seguir, algumas simpatias feitas paraSanto Antônio:
Moças solteiras, desejosas de se casar, em várias regiões do Brasil, colocam um figurino do santo de cabeça para baixo atrás da porta ou dentro do poço ou enterram-no até o pescoço. Fazem o pedido e, enquanto não são atendidas, lá fica a imagem de cabeça para baixo. E elas pedem:
Meu Santo Antônio
Para arrumar namorado ou marido, basta amarrar uma fita vermelha e outra branca no braço da imagem de Santo Antônio, fazendo a ele o pedido. Rezar um Pai-Nosso e uma Salve-Rainha. Pendurar a imagem de cabeça para baixo sob a cama. Ela só deve ser desvirada quando a pessoa alcançar o pedido.
No dia 13, é comum ir à igreja para receber o "pãozinho de Santo Antônio", que é dado gratuitamente pelos frades. Em troca, os fiéis costumam deixar ofertas. O pão, que é bento, deve ser deixado junto aos demais mantimentos para que estes não faltem jamais.
Em Lisboa, é tradicional uma cerimónia de casamento múltiplo do dia de Santo António, em que chegam a casar-se 200 a 300 casais ao mesmo tempo. Esta "tradição" começou nos anos do salazarismo, e desapareceu com a revolução de 74. Voltou a reaparecer há uns anos, promovida por uma cadeia de televisão.

Festas juninas por país

Brasil

As festas juninas, são na sua essência multiculturais, embora o formato com que hoje as conhecemos tenha tido origem nas festas dos santos populares em Portugal: Festa de Santo Antônio, Festa de São João e a Festa de São Pedro e São Paulo principalmente. A música e os instrumentos usados, cavaquinho, sanfona, triângulo ou ferrinhos, reco-reco, etc, estão na base da música popular e folclórica portuguesa e foram trazidos para o Brasil pelos povoadores e imigrantes do país irmão. As roupas 'caipiras' ou 'saloias' são uma clara referência ao povo campestre, que povoou principalmente o nordeste do Brasil e muitíssimas semelhanças se podem encontrar no modo de vestir 'caipira' tanto no Brasil como em Portugal. Do mesmo modo, as decorações com que se enfeitam os arraiais tiveram o seu início em Portugal com as novidades que na época dos descobrimentos os portugueses levavam da Ásia, enfeites de papel, balões de ar quente e pólvora por exemplo. Embora os balões tenham sido proibidos em muitos lugares do Brasil, eles são usados na cidade do Porto em Portugal com muita abundância e o céu se enche com milhares deles durante toda a noite.
No Brasil, recebeu o nome de junina (chamada inicialmente de joanina, de São João), porque acontece no mês de junho. Além de Portugal, a tradição veio de outros países europeuscristianizados dos quais são oriundas as comunidades de imigrantes, chegados a partir de meados do século XIX. Ainda antes, porém, a festa já tinha sido trazida para o Brasil pelos portugueses e logo foi incorporada aos costumes das populações indígenas e afro-brasileiras.
As grandes mudanças no conceito artístico contemporâneo, acarretam na "adequação e atualização" destas festas, onde rítimos e bandas não tradicionais aos tipicamente vivenciados são acrescentadas as grades e programações de festas regionais, incentivando o maior interesse de novos públicos. Essa tem sido a aposta de vários festejos para agradar a todos, não deixando de lado os costumes juninos, têm-se como exemplo as festas do interior da Bahia, como a de Santo Antônio de Jesus, que apesar da inclusão de novas programações não deixa de lado a cultura nordestina do forró, conhecido como "pé de serra" nos dias de comemoração junina.
A festa de São João brasileira é típica da Região Nordeste. Por ser uma região árida, o Nordeste agradece anualmente a São João, mas também a São Pedro, pelas chuvas caídas nas lavouras. Em razão da época propícia para a colheita do milho, as comidas feitas de milho integram a tradição, como a canjica e a pamonha.
O local onde ocorre a maioria dos festejos juninos é chamado de arraial, um largo espaço ao ar livre cercado ou não e onde barracas são erguidas unicamente para o evento, ou um galpão já existente com dependências já construídas e adaptadas para a festa. Geralmente o arraial é decorado com bandeirinhas de papel colorido, balões e palha de coqueiro ou bambu. Nos arraiais acontecem as quadrilhas, os forrós, leilões, bingos e os casamentos matutos.
Locais
Estes arraiais são muito comuns em Portugal e não são exclusivos do São João, são parte da tradição popular em geral. Nessas festas podemos encontrar imensas semelhanças tanto no Brasil como em Portugal, mas não só. Na África e na Ásia, Macau, Índia, Malásia, na Comunidade Cristang, os portugueses deixaram essa tradição dos santos populares bem marcada. Atualmente, os festejos ocorridos em cidades pólos do Norte e Nordeste dão impulso à economia local. Citem-se, como exemplo, Santo Antônio de Jesus, Amargosa, Cachoeira Cruz das Almas,Piritiba e Senhor do Bonfim na Bahia, na Mossoró no Rio Grande do Norte; Maceió em Alagoas;Recife em Pernambuco; Aracaju em Sergipe; Caruaru em Pernambuco; Campina Grande naParaíba; Juazeiro do Norte no Ceará; e Cametá no Pará. Além disso, também existem nas pequenas cidades, festas mais tradicionais como Cruz das Almas, Ibicuí, Jequié e Euclides da Cunha na Bahia. As duas primeiras cidades disputam o título de Maior São João do Mundo, embora Caruaru esteja consolidada no Guinness Book, categoria festa country (regional) ao ar livre. Além disso, Juazeiro do Norte no Ceará e Mossoró no Rio Grande do Norte disputam o terceiro lugar de maior são joão do mundo.
Avaliação
Através de trabalhos em sala de aula
Cronograma

Atividades
Segunda-feira
Terça-feira
Quarta-feira
Quinta-feira
Sexta-feira
Origem da festa junina
X




Importância

X



Cultura


X


Revisão do conteúdo



X

Construção de um texto




X

REFERENCIAS:
Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Festa_junina . acesso em 03/07/2011

Atividades do módulo II - TICs

Atividade 2.2 – Experiência de navegar livremente
A navegação sobre hipertexto foi enriquecedora, pois se trata de uma navegação diferenciada, a qual pode se obter muito conhecimento porque obtive a oportunidade de observar varias paginas na internet então fica pratico tendo tantas opções de informações sobre o hipertexto. Acredito que foi uma experiência um tanto inovadora e gratificante. Ressaltando que na navegação tive a oportunidade de verificar diferentes formas de conceituar hipertexto. Podendo afirmar que apos todas as informações que obtive acrescenta-se muito minha oportunidade de um utilizar um novo recurso tão importante como e o caso do hipertexto.
Atividade 2.3 – Conceituando hipertexto individualmente
Animação tornando-se a consulta mais fácil e atraente. O hipertexto pode ser usado para disponibilizar a informação em catálogo de produtos, apresentação de empresas, softwares educacionais, publicação na Internet, Helps nos CD ROMs, Windows, e outras aplicações. Simultaneidade de produção e circulação. O hipertexto produz um elemento novo que e a simultaneidade da produção e da circulação do hipertexto. Essa estrutura é veloz e a amplitude supera de forma qualitativa e quantitativa o fenômeno da transmissão oral Ausência de limites O hipertexto é ilimitado, porém isso não corresponde a uma infinidade de linguagens disponível na tela do computador, mas a uma construção de vários significado para cada sentido que as contornam. Multilinearidade e fragmentação As questões relativas a Multilineaidade e fragmentação ao que se parece ser é uma das características mas salientes da hipertexto. A ela é associada toda a discussão entre o centro e o descentramento, construção e desconstrução de tal forma que a própria matéria do hipertexto fica escondida de baixo de conceitos e preconceitos.Interatividade É possível ampliam-se os elementos disponíveis ao mesmo tempo na superfície do hipertexto, imagens, enciclopédias. Como conseqüências têm o sensível aumento do papel casual, dando ao leitor a pouca confortável sensação do seu domínio sobre o hipertexto, que no final é máxima. Fonte: http://pt.shvoong.com/internet-and-technologies/1794880-que-%C3%A9-hipertexto/#ixzz3qDpEu8AU

Atividade 2.4 – Conceituando hipertexto coletivamente
Professora Cleunice realmente está com um assunto muito interessante para ser deslanchado com maior persistência, ou seja, e uma nova opção de trabalho.
Atividade 2.6

Atividade 2.7

Atividade 2.8 – Análise dos trabalhos dos colegas
Devo enfatizar que o texto que a professora Neuza descreveu tem um conceito clarissimo sobre hipertexto, sem deixar qualquer duvida.

Atividade 2.9

Atividade 2.10 e 2.11 – Navegação Wikipédia e Wikicionário
É um site em que o leitor pode contribuir para ampliação de conhecimento do internauta. sendo que existem algumas interferencias se caso o assunto exposto pelo internauta for de cunho peculiar, pois partindo dos verbetes quando forem notificados com cadeado significa que estão bloqueados a inclusão de novas ideias, por se tratarem de conteúdos polêmicos.